terça-feira, 1 de novembro de 2011

Um "nós" clandestino

Dei por mim sozinha, procurando inutilmente tentar ser feliz depois de ter sido perseguida pela mágoa, pelo sofrimento, pela indecisão, pela insegurança... Mas não! Não te preocupes coração, ainda bates, ainda tens energia para ressuscitar palpitações!
Vi-me perdida a vaguear por entre as horas precisas para ser capaz de me apaixonar, mas mesmo assim continuo vulnerável perante a traição da minha consciência... Sim, tinha um plano de vida previsto, mas repentinamente tudo voou numa brisa suave e contrariou o meu próprio ser!
Ocupaste espaço seu sentimento malvado! Encantaste-me e contrariaste decisões preciosamente reflectidas, conquistas-te um lugar estupidamente impossível!
Agir sem pensar?! Foi uma dádiva! Agora apaixonei-me pela vida novamente, dou uso às minhas garras, não deixo fugir qualquer migalha de positivismo!
Existo?! Não! EXISTIMOS! Pode ser um "NÓS" meramente clandestino, mas é real! Imaterial e intangivel?! Talvez, mas eu sinto-o!

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